Torcida do Flamengo no Catar presenteia Totói e Ribeiro; Zico, Pedro e crias são os próximos alvos

Por Redação em 03/12/2022 às 04:55:29
FlaQatar entrega camisas aos filhos do camisa 7 rubro-negro e já separou outras para Lucas Paquetá e Vinícius Júnior A torcida do Flamengo residente no país-sede da Copa do Mundo tem vivido dias especiais ao lado dos rubro-negros envolvidos na competição. A FlaQatar, embaixada reconhecida oficialmente pelo clube, presenteou os filhos de Everton Ribeiro. Em uma das fotos, o camisa 7 rubro-negro exibe a camisa a Antônio, seu filho mais novo, o popularíssimo Totói.

O mais velho, Augusto, que era conhecido como Baby Guto e já não é mais bebê, também levou a sua.

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Sempre posicionada atrás de um dos gols nos jogos do Brasil, a FlaQatar não vai parar em Everton Ribeiro, que ainda espera a sua camisa. Neste sábado, os integrantes vão encontrar Zico, maior ídolo da história do Flamengo . Os próximos alvos na Seleção são Pedro e os garotos do Ninho, Lucas Paquetá e Vinícius Júnior.

Provocação ao Real Madrid, camisas para Totói e a bandeira da FlaQatar, embaixada do Flamengo

Montagem sobre fotos da @flaqatar e de Aran Rotband/About Avisit

A FlaQatar, outrora consulado rubro-negro em Doha e agora promovida a embaixada do Flamengo, nasceu às vésperas do Mundial de Clubes 2019, pelas mãos de cinco torcedores do clube. Um deles é João França, que atua como Venue Cluster Manager (diretor de operações) de quatro estádios da Copa do Mundo do Catar.

- A gente fundou a FlaQatar em 2019. Eu já trabalhava no Supreme Committe na época e pude trazer duas pessoas (Marcelo e Guilherme) para fazer o Mundial de Clubes. "Por acaso" eram dois rubro-negros. Juntamos mais um ou outro que também estavam envolvidos no evento e conseguimos o número mínimo de sócios para formar o Consulado.

- Apesar de estarmos totalmente envolvidos na organização (do Mundial de 2019), ainda conseguimos organizar o esquenta dos jogos. Tenho fotos e vídeos muito legais. Com isso e com a conta do Instagram, fomos crescendo na comunidade brasileira e rubro-negra. Hoje temos membros que são pilotos de avião, empresários, médicos e etc. E obviamente, nos últimos anos, com a chegada de vários outros brasileiros, o número de flamenguistas também cresceu. Recentemente atingimos o número necessário de sócios para nos promovermos de consulado a embaixada (o reconhecimento veio em novembro).

As madrugadas em claro e aos berros nunca foram problema para os apaixonados rubro-negros no que se refere a cansaço. Já em relação a possíveis punições, o departamento é outro num país de regras tão rígidas.

- O pessoal costuma se reunir às 3h30 da manhã para ver os jogos. Tem até história de gente ir parar na delegacia por gritos na varanda na madrugada. Fizemos um evento com telão para final da Libertadores com mais de 80 pessoas.

Primeira leva de presentes

João França conta que, com a iminência da Copa, a FlaQatar se mobilizou para presentear ilustres rubro-negros no país. Não se restringiram à dupla de jogadores da seleção brasileira. O foco se estende a ídolos, profissionais de imprensa declaradamente rubro-negros e ex-jogadores.

- Eu tive a chance de levar meu filho no treino da seleção brasileira antes de essas camisas ficarem prontas. Não pensei duas vezes e levei as pequenas que já tínhamos para os filhos do ER7. Dei a maior sorte das crianças estarem lá, e o ER e a esposa deram a maior moral pra FlaQatar - vibrou, projetando:

- Agora, estamos organizando outra visita para presentear o próprio Éverton Ribeiro (só havia tamanhos para crianças por um problema de confecção), o Pedro, Vini jr, Paquetá, Arrascaeta e Varela. Já temos foto com Pet e ainda tem Júnior, Zinho e Galvão (Bueno).

Filho de Éverton Ribeiro solta gritos de "Mengo" em megafone na Copa

A conversa com a reportagem do ge se deu antes da eliminação do Uruguai, que caiu na primeira fase mesmo com a vitória por 2 a 0 sobre Gana - a Coreia passou com melhor saldo. João, porém, ainda tem a expectativa de que Arrasca e Varela recebam suas camisas no Ninho do Urubu.

FlaQatar abençoada pelos gols de Gabigol

Já de volta ao Rio de Janeiro, Marcos Dunlop, um dos fundadores da torcida, diverte-se ao recordar os detalhes do nascimento da torcida. Dunlop já vivia no Catar desde outubro de 2019 e ansiava pelo fim de um jejum de 38 anos do Flamengo na principal competição do continente sul-americano.

A FlaQatar já existia em sua mente, mas um eventual tropeço diante do River Plate destruiria seus planos. Nascido em 1981, ano do primeiro título da Libertadores, viu o bis acontecer de forma dramática em 2019 e não teve dúvidas de oficializar o consulado que hoje já é embaixada.

- Cheguei lá em outubro, João já estava lá. Começamos a ver os jogos da Libertadores, o Flamengo passando... O jogo (com o River) foi dia 23, né? Aí eu prometi para mim mesmo: se o Flamengo ganhar a Libertadores, eu oficializo o consulado. Se não ganhasse, não tinha nada a ver porque não iria ao Mundial. Não teria muito sentido. Quando ganhou, eu bati o martelo com o cara do Flamengo. Por isso a data de fundação é 24 de novembro, um dia depois da final.

O Flamengo ainda não voltou a Doha, mas o torcedor rubro-negro, convencido mais uma vez de que o clube se mostra aos quatro cantos do planetas, acostumou-se a ver a faixinha da FlaQatar atrás de um dos gols nos jogos do Brasil.

Mesmo com a inesperada derrota para Camarões, espera-se que a Seleção continue na Copa do Mundo até o fim. Se existirem surpresas, até o time de Tite pode voltar, mas o vermelho e preto da FlaQatar certamente por ali continuará.

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Fonte: Globo Esporte/G1

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